quarta-feira, 18 de maio de 2016

Resgatando a família de Deus



Introdução ao estudo sobre família. 
Manaus, maio/2016.


É muito comum ouvirmos ou lermos orientações sobre casais, casamento, filhos... família, sem que essas separem o que há - o mundo chama de família - e o que Deus planejou para a “ser” família.

Para corrigirmos esta confusão conceitual e prática, precisamos entender que a falsa sabedoria: o humanismo em geral, a psicologia, a filosofia e as religiões nenhuma contribuição trará.

Comete-se um grande erro quando pensamos que Deus criou a família que hoje conhecemos e até convivemos.

É correto afirmar que Deus criou a família, e correto também trazer à discussão os efeitos do pecado sobre a humanidade e consequentemente sobre a família. Mesmo parecendo pessimista, as Escrituras garantem que a família criada por Deus sucumbiu ao pecado (Rm 3.23).

Não que Deus tenha sido “incapaz” de preservá-la, mas pelo fato da total incompatibilidade entre Deus e sua família e escolha livre de Adão pelo mal. Nessa escolha Deus puniu a todos: homem, mulher, natureza, o próprio satanás, trazendo a morte como pena pelo pecado.

Tudo que vemos está sob a sentença de Deus - a morte (Rm 5.12). Sendo ela a testemunha implacável desta verdade - ninguém pode negá-la! 

Corroborando com a morte devemos avaliarmos a nós mesmos: nossa incapacidade de compreender a Deus (Rm 3.11), de buscá-Lo, nossa inimizade com Ele (Rm 5.10; Cl 1.21), tudo isto mostra que a criação – a humanidade inclusive – está sob a maldição da morte.

O que faz com que o casamento segundo Deus seja uma impossibilidade no mundo que vivemos. 

E o que, sem o sangue de Cristo, o que se constrói - as famílias – tem o selo do pecado, da maldição de Deus (Rm 8.22ss) não deve ser considerado a família original criada por Deus. 

Não será um ajuntamento religioso, conduzido por um ministro que resgatará a santidade exigida para constituição da família de Deus. Mas, se remidos pelo sangue do salvador, somos capazes, por meio de Jesus, restabelecer o correto relacionamento com Deus (Rm 8.1). Apenas nesta, e somente nesta, condição podemos construir – resgatar – o que foi perdido por Adão no Éden (1 Co 15.45). 

Nossa oração é que Deus nos instrua para, revestidos de Sua justiça, resgatarmos o que, lá no princípio, sem pecado, nem morte, Deus estabeleceu.

Para tanto, é necessário identificarmos o plano original de Deus para o homem e mulher, avaliá-lo e, por fim, persegui-lo. 

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