Introdução ao estudo sobre família.
Manaus, maio/2016.
É muito comum ouvirmos ou lermos
orientações sobre casais, casamento, filhos... família, sem que essas separem o
que há - o mundo chama de família - e o que Deus planejou para a “ser” família.
Para corrigirmos esta confusão conceitual
e prática, precisamos entender que a falsa sabedoria: o humanismo em geral, a psicologia,
a filosofia e as religiões nenhuma contribuição trará.
Comete-se um grande erro quando
pensamos que Deus criou a família que hoje conhecemos e até convivemos.
É correto afirmar que Deus criou a
família, e correto também trazer à discussão os efeitos do pecado sobre a
humanidade e consequentemente sobre a família. Mesmo parecendo pessimista, as
Escrituras garantem que a família criada por Deus sucumbiu ao pecado (Rm 3.23).
Não que Deus tenha sido “incapaz” de
preservá-la, mas pelo fato da total incompatibilidade entre Deus e sua família
e escolha livre de Adão pelo mal. Nessa escolha Deus puniu a todos: homem,
mulher, natureza, o próprio satanás, trazendo a morte como pena pelo pecado.
Tudo que vemos está sob a sentença de
Deus - a morte (Rm 5.12). Sendo ela a testemunha implacável desta verdade - ninguém pode negá-la!
Corroborando com a morte devemos avaliarmos a nós mesmos: nossa incapacidade de compreender a Deus (Rm 3.11), de buscá-Lo, nossa inimizade com Ele (Rm 5.10; Cl 1.21), tudo isto mostra que a criação – a humanidade inclusive – está sob a maldição da morte.
Corroborando com a morte devemos avaliarmos a nós mesmos: nossa incapacidade de compreender a Deus (Rm 3.11), de buscá-Lo, nossa inimizade com Ele (Rm 5.10; Cl 1.21), tudo isto mostra que a criação – a humanidade inclusive – está sob a maldição da morte.
O que faz com que o casamento segundo
Deus seja uma impossibilidade no mundo que vivemos.
E o que, sem o sangue de Cristo, o que se constrói - as
famílias – tem o selo do pecado, da maldição de Deus (Rm 8.22ss) não deve ser
considerado a família original criada por Deus.
Não será um ajuntamento religioso, conduzido
por um ministro que resgatará a santidade exigida para constituição da família
de Deus. Mas, se remidos pelo sangue do salvador, somos capazes, por meio de Jesus, restabelecer o
correto relacionamento com Deus (Rm 8.1). Apenas nesta, e somente nesta,
condição podemos construir – resgatar – o que foi perdido por Adão no Éden (1
Co 15.45).
Nossa oração é que Deus nos instrua
para, revestidos de Sua justiça, resgatarmos o que, lá no princípio, sem
pecado, nem morte, Deus estabeleceu.
Para tanto, é necessário identificarmos o plano original de Deus para o homem e mulher, avaliá-lo e, por fim, persegui-lo.
Para tanto, é necessário identificarmos o plano original de Deus para o homem e mulher, avaliá-lo e, por fim, persegui-lo.

Nenhum comentário:
Postar um comentário